Seu SLA vai sobreviver a 2026? Feriados, Copa, Eleições: Sua empresa está pronta?

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Não é só sensação: feriados em sequência, Copa do Mundo, eleições e um cenário econômico ainda incerto criam a combinação perfeita para um ano cheio de interrupções, instabilidade e picos de demanda difíceis de prever.

Algumas empresas vão tratar isso como mais um calendário apertado. Outras vão encarar 2026 como ele realmente é: um teste de estresse para operações internas, níveis de serviço e capacidade dos times de manter ritmo e qualidade mesmo quando tudo parece estar parando.

A diferença entre uma e outra não estará em quem tem “mais gente”, mas em quem tem previsibilidade, planejamento realista e IA bem aplicada.

Em anos assim, o improviso fica caro. O que normalmente é visto como um problema pontual, atrasos em respostas internas, retrabalho, gargalos em áreas jurídicas, financeiras, de RH e compliance vira efeito dominó. Um parecer que atrasa não trava só um fluxo, trava contrato, faturamento, relacionamento com cliente, projeto estratégico. Um atendimento interno que acumula pode gerar desgaste político, conflitos entre áreas e decisões tomadas sem a devida análise.

2026 não vai perdoar áreas que dependem apenas de boa vontade e força de vontade para “dar conta”. É o ano em que planejamento e operação vão precisar conversar de verdade.

Planejar 2026 não é só pintar feriado no calendário e mandar aviso geral. É entender, com clareza cirúrgica:

  • Quais processos não podem parar, mesmo em semana quebrada.
  • Quais tipos de demanda explodem em datas específicas (renovações, campanhas, revisões de políticas, metas, períodos fiscais, grandes eventos).
  • Quanto tempo sua área realmente leva para responder com qualidade.
  • Até onde o time consegue ir sem colapsar (ou entrar em modo sobrevivência permanente)

E é aqui que entra o ponto crítico: não basta planejar capacidade, é preciso planejar capacidade com inteligência.

Empresas que vão sobreviver bem a 2026 são as que tratam três coisas como inegociáveis:

  1. Operações mais previsíveis – Não é só saber “que vai ser corrido”, é ter dados reais de volume, tempo de resposta, sazonalidade e gargalos. Isso permite simular cenários, redistribuir carga, priorizar com critério.
  2. Times mais produtivos, não mais sacrificados – Produtividade real não é fazer as pessoas trabalharem mais horas, é fazer com que gastem menos energia em demandas repetitivas, caóticas e mal distribuídas.
  3. Rotina blindada contra imprevistos previsíveis – 2026 terá muito “imprevisto anunciado”: jogo importante, feriado emendado, contexto político. Fingir que isso não vai impactar a operação é uma forma sofisticada de negar a realidade.

Nesse cenário, a IA deixa de ser acessório e vira infraestrutura de resiliência operacional.

Um agente de IA bem implementado consegue:

  • Absorver o volume de dúvidas recorrentes quando o time está com metade da força de trabalho em férias, recesso ou deslocado por eventos.
  • Manter o nível de serviço em semanas de agenda quebrada, evitando que tudo acabe em e-mails, chats e “ligações de urgência”.
  • Garantir respostas consistentes, mesmo quando parte do time está fora, evitando ruídos e decisões divergentes.
  • Registrar, organizar e transformar cada interação em aprendizado para os próximos ciclos, em vez de recomeçar do zero a cada pico de demanda.

Mas nada disso funciona se a empresa não trouxer para o centro da mesa um tema que quase ninguém gosta de discutir: SLA em ano atípico.

É fácil prometer prazo em janeiro com a cabeça em um calendário idealizado. Difícil é manter a promessa em junho, quando o time está pela metade, o volume aumentou e cada área está puxando prioridade para o seu lado. Em 2026, prometer o mesmo SLA de um ano “normal” sem recalcular a capacidade é uma forma discreta de sabotar sua própria operação.

Uma abordagem madura passa por aceitar que:

  • SLAs precisam ser recalculados de acordo com o calendário real (feriados, pausas, eventos).
  • A automação e a IA devem ser usadas para manter o que é crítico rodando, enquanto o time humano foca no que realmente exige análise e contexto.
  • Transparência com as áreas atendidas é melhor do que promessas irreais seguidas de frustração.

É exatamente aqui que soluções como a Asklisa entram com um diferencial concreto: controle real sobre o seu SLA.

Com a Asklisa, você consegue calcular e ajustar seus SLAs levando em conta feriados, pausas e períodos críticos de 2026, sem depender apenas de planilhas e boa vontade. A combinação de agente de IA + centralização de demandas + visão clara de volumetria permite:

  • entender onde estão os gargalos antes que eles explodam
  • redistribuir carga e priorizar com base em dados, não em percepção
  • manter atendimento e conhecimento acessíveis mesmo quando o time está longe de 100% da capacidade
  • negociar prazos e expectativas com outras áreas com muito mais segurança, inclusive em semanas de Copa, eleições e calendários quebrados

A pergunta para 2026 não é se sua empresa vai se preparar para esse cenário atípico, mas como.

Ignorar o impacto de feriados, Copa do Mundo, eleições e ciclos de instabilidade é optar por viver de apagar incêndio.

Encarar isso de frente, com planejamento e IA, é escolher operar em modo estratégico mesmo em um dos anos mais turbulentos da década.

No fim, 2026 será menos sobre “quem tem mais gente” e mais sobre quem tem mais clareza, mais previsibilidade e mais inteligência na forma de rodar o dia a dia. E isso passa, inevitavelmente, por olhar para os seus processos, seus SLAs e para o papel que a IA já pode ter na sustentação da sua operação.

Por: Asklisa

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